5.12.11

Colóquio Internacional A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura



Entre 5 e 7 de Dezembro tem lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa o Colóquio Internacional «A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura. Uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade», que reúne especialistas nas áreas das literaturas clássica e portuguesa.
Hélia Correia participará amanhã, dia 6, às 17h40, numa mesa-redonda com Lídia Jorge (a confirmar), José Mário Silva, Manuel Alegre, Mário de Carvalho e Vasco Graça Moura.
No dia 7, Maria Cristina de Castro-Maia de Sousa Pimentel, da Universidade de Lisboa, fará uma apresentação intitulada «José Miguel Silva e José Mário Silva».

2.12.11

Negócios em Ítaca



Negócios em Ítaca é o novo livro de poesia do poeta e ensaísta Bernardo Pinto de Almeida com fotografias de Isabel Lopes Gomes.

Novo sítio da Relógio D'Água




Bem-vindos ao novo sítio da Relógio D'Água.

Francisco Vale e António Pescada no Câmara Clara




Francisco Vale, o editor da Relógio D'Água, que mais títulos de autores russos tem dado (passados directamente para o português), e António Pescada, um dos tradutores de referência do russo para o português, conversam com Paula Moura Pinheiro sobre a literatura russa, no aniversário da morte de Tolstói. Para ver ou rever aqui.

29.11.11

Nas livrarias




Numa época de grave crise económica e perante a desorientação dos governos, é altura de revelar o que de facto acontece nas salas de corretagem e nos bares da City, um dos principais centros financeiros do mundo actual.
Geraint Anderson quebra o código de silêncio da Square Mile com humor e franqueza, revelando segredos explosivos sobre a vida voraz, e bastantes vezes corrupta, no coração do maior mercado monetário da Europa. Dos gigantescos bónus aos monstruosos egos, passando pelo recurso à informação privilegiada e o dia-a-dia repleto de excessos, Cityboy pinta-nos o quadro de uma realidade financeira deliberadamente desregulada que em muito contribuiu para a crise actual.

Clarice Lispector com traduções em língua inglesa e novos livros em Portugal




Depois de escrever a biografia de Clarice Lispector, Benjamin Moser foi contactado pelas editoras New Directions, dos EUA, e pela Penguin Modern Classics, da Grã-Bretanha, ambas com interesse na tradução das obras da escritora brasileira. «Como tantos escritores internacionais sabem, é bastante raro ter uma oportunidade de ser editado em inglês. Mais raro ainda — quase inédito — é ter duas. Mas graças a editores dedicados em Londres e em Nova Iorque, Clarice Lispector, a maior escritora do Brasil, vai ter essa segunda oportunidade [depois de algumas traduções com problemas, publicadas no anos 80]», afirma Benjamin Moser.
Segundo o Ípsilon de 25 de Novembro, o romance A Hora da Estrela acaba de sair em paperback, com o título The Hour of the Star, traduzido por Benjamin Moser e com um prefácio do escritor irlandês Colm Tóibín. O académico Johnny Lorenz vai traduzir Sopro de Vida e a poetisa Idra Novey A Paixão segundo G. H. Por sua vez, Stefan Tobler assume a tradução de Água Viva.



A Relógio D’Água irá, ao longo do próximo ano, publicar quase integralmente a obra de Clarice Lispector ainda inédita em Portugal (mas disso daremos notícia detalhada na próxima semana).

Exposição sobre Raymond Roussel em Serralves




Raymond Roussel, cuja principal obra, Impressões de África, foi recentemente publicada pela Relógio D’Água, será em Abril de 2012 o tema de uma exposição no Museu de Serralves, vinda do Museu Rainha Sofia de Madrid onde estará patente até 27 de Fevereiro.
«Locus Solus: Impressiones de Raymond Roussel» reúne mais de três centenas de obras de artistas como Marcel Duchamp, Salvador Dalí, Max Ernst, Francis Picabia ou Rodney Graham inspiradas no autor de Impressões de África e Locus Solus.
João Fernandes, director do Museu de Serralves, diz que Roussel é um autor com «um imaginário poderoso e surpreendente», o que talvez explique que esta exposição seja a primeira do protocolo entre o Museu Rainha Sofia e Serralves.



João Fernandes afirma ainda, no Público de 25 de Novembro, acerca de Impressões de África (1910): «Este livro é uma espécie de terramoto. Muitas vezes não percebemos nada do que se passa, mas as situações atraem-nos, prendem-nos. E depois ele explica-as. Há sempre um encanto, uma estranheza pelo que não entendemos.»