19.10.11

José Gil além-fronteiras




Depois da edição espanhola de Portugal, Hoje: O Medo de Existir, pela Editora Regional de Extremadura, está também disponível a edição sérvia do mesmo título, pela Mediterran Publishing.
Está neste momento em negociação a tradução para castelhano de A Arte como Linguagem.

18.10.11

Mais Um Número de Feira, de Tom Robbins




E se o corpo apresentado naquele jardim zoológico de berma de estrada for quem dizem que é — que peso poderia isso ter no futuro da civilização ocidental? E se uma jovem vidente de nome Amanda restabelecesse o circo de pulgas como um modo de entretenimento e o culto da fertilidade como a principal religião da nossa sociedade tecnológica?
Mais Um Número de Feira responde a estas questões e muitas mais. Conta-nos, por exemplo, como foram os anos sessenta, recriando a época de dentro para fora.

A Relógio D'Água nos media na semana de 16 a 22 de Outubro de 2011




Na revista Domingo do Correio da Manhã, João Pereira Coutinho escolhe escrever sobre As Desventuras do Sr. Pinfold, de Evelyn Waugh: «é o relato impressionante (e hilariante) de um intelecto em colapso. Mas é também a história de uma luta: a luta de um homem para recuperar a sanidade, tudo servido pela prosa elegante e poderosamente sarcástica de um mestre do humor. Alguém que se olha ao espelho e amplifica todos os defeitos até ao cúmulo da irrisão.»

14.10.11

Nas livrarias a partir desta semana




Nesta obra o leitor é transportado para a Praça dos Troféus, situada no centro de Ejur, capital de Ponukelé, onde a população se prepara para a sagração do imperador Talu VII.
Descobrimos inscrições inesperadas e estranhas máquinas, no meio das quais homens e mulheres de raça branca e negra se dedicam a exercícios complicados ou insignificantes, trágicos ou ridículos.
Só alguns capítulos depois se desvenda a implacável lógica de um tal cenário.



David Copperfield conta-nos a aventura de um rapaz, desde a infância infeliz até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, o senhor Murdstone; Steerforth, o brilhante mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; o humilde e traiçoeiro Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.
Em David Copperfield, romance considerado por Dickens como o seu favorito, o autor baseou-se na sua própria experiência para criar um mundo de tragédia e comédia, ingenuidade e desilusão.

11.10.11

Jaime Rocha recebe Prémio PEN Clube de Poesia




O Prémio PEN Clube 2010 na categoria de poesia foi atribuído a Jaime Rocha, poeta e dramaturgo, pela sua obra Necrophilia. O júri integrou Francisco Belard, Liberto Cruz e Manuel Frias Martins. A notícia completa pode ser lida aqui.
Transcrevemos abaixo um dos poemas do livro.

14.

Um cavaleiro acorda dentro de uma nuvem
para reclamar aquele corpo. Vem de um
vulcão onde habitam formigas gigantes.
mas o homem ouve uma outra voz, uma voz
que vem da terra como um hino. O céu
abre-se como se uma enxurrada o tivesse
cortado em dois. E todas as outras figuras
do poema saltam desse espaço e se juntam
de novo para cantá-lo, o pedreiro, o cavaleiro,
o guerreiro, o homem da montanha. Como se
a memória da mulher não fosse mais pesada
que o seu corpo e o choro deles regressasse
como um dilúvio para sepultar os prados.

10.10.11

Sobre Experimentum Humanum, de Hermínio Martins




No Público de 9 de Outubro pode ler-se um texto de Frei Bento Domingues, O. P., também sobre Experimentum Humanum, de Hermínio Martins: «Hermínio Martins, um grande investigador da Universidade de Oxford, acaba de publicar uma obra, Experimentum Humanum (Civilização Tecnológica e Condição Humana), que enfrenta, de forma rigorosa, muitas questões que numa época de aceleração da aceleração, convergem para a superação da condição humana no caminho para o pós-humano. A confluência das tecnologias (biotecnologia, nanotecnologia, computação, tecnologias de informação e de comunicação, neurociências/neurotecnologia ou ciência cognitiva) não será usada só para melhorar a condição humana mas para a modificar no seu futuro genético, neurológico e psíquico.» Texto completo aqui.

7.10.11

Tomas Tranströmer, leitor de T. S. Eliot






«O meu pão diário é Quatro Quartetos de T. S. Eliot, que mastigo deliciosamente entre os dentes», afirmou um dia Tomas Tranströmer, Prémio Nobel da Literatura em 2011.