20.9.11

Experimentum Humanum e Hermínio Martins na revista Nada




No último número da revista Nada, João Urbano escreve sobre o livro Experimentum Humanum, cuja edição considera um acontecimento: «Neste caso um acontecimento em língua portuguesa, mas seria um acontecimento em qualquer língua e em qualquer parte do mundo que se regule ou sofra os efeitos do “princípio da aceleração”. E se nem a órbita do nosso planeta lhe escapa... Mesmo sendo um livro altamente crítico e irónico, senão mesmo mordaz, em relação à tecnodisseia em que estamos metidos, não a condena em absoluto e muito menos se barrica numa espécie de ecologia profunda.»

Pode ainda ler-se uma entrevista de João Urbano e Paulo Urbano ao autor da obra, Hermínio Martins.

Adoecer, de Hélia Correia, na short-list do Prémio Literário Fernando Namora




Gonçalo M. Tavares, Hélia Correia, João Tordo, Pedro Rosa Mendes e Valter Hugo Mãe são os finalistas do Prémio Literário Fernando Namora e o vencedor será conhecido no dia 2 de Outubro.

O prémio, instituído pela Estoril Sol há 14 anos, tem o valor de 25 mil euros, e o júri é presidido por Vasco Graça Moura e constituído por Guilherme d’Oliveira Martins, em representação do Centro Nacional de Cultura, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual, e ainda Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

16.9.11

Nem só de filmes se faz um realizador





«Woody Allen é um génio.» [Miguel Esteves Cardoso, ípsilon, 16-09-2011]

14.9.11

Robert Walser citado na blogosfera




«Num sofá do estilo Segundo Império estava sentada uma dama, que seria mais bela ainda se não se esforçasse tanto por o parecer.»

Robert Walser, 2004 (1925), A Rosa.

Citado por Bruno Sena Martins aqui.

12.9.11

Novas Traduções de James Joyce na Relógio D’Água



A Relógio D’Água vai publicar, pela primeira vez, traduções da poesia de James Joyce e lançar novas traduções das suas principais obras de ficção narrativa.
A poesia, Música de Câmara, é traduzida por João Almeida Flor. Paulo Faria traduz A Portrait of the Artist as a Young Man e Margarida Vale de Gato Dubliners. Finalmente, Ulysses é traduzido por Jorge Vaz de Carvalho.



Por outro lado, ao longo de 2012, a Relógio D’Água vai reunir em um ou dois volumes as Obras de Ficção Completas de Virginia Woolf, James Joyce (excepto Finnegans Wake), Oscar Wilde, Franz Kafka, Lewis Carroll e Joseph Conrad.




A Relógio D'Água no Expresso de 10 de Setembro de 2011




No suplemento «Atual» do Expresso de 10 de Setembro de 2011, Pedro Mexia escreve sobre As Desventuras do Sr. Pinfold: «As primeiras décadas da produção romanesca de Evelyn Waugh estão quase integralmente representadas na edição portuguesa: Declínio e Queda (1928), Corpos Vis (1930), Negócios Escuros (1932), Um Punhado de Pó (1934), Enviado Especial (1945) e O Ente Querido (1948); só não existe tradução de Put Out More Flags (1942). Em compensação, não havia nada de 1950 em diante, período em que Waugh saiu um pouco de moda. Essa lacuna é agora preenchida com As Desventuras do Sr. Pinfold, de 1957, o penúltimo romance de Waugh, e o mais autobiográfico.»

9.9.11

A Relógio D'Água no Ípsilon de 9 de Setembro de 2011




No «Ípsilon» do Público de 9 de Setembro, José Riço Direitinho escreve sobre Caso Kukótski, de Liudmila Ulítskaia: «[…] a autora russa cria uma personagem feminina inesquecível, Elena. (…) pertence àquela singular galeria das mulheres que ao longo dos seus livros vão sentindo a degradação, mulheres que no princípio são “resgatadas” pelos homens (sempre com um papel socialmente mais importante) devido à sua beleza, mas que eles aos poucos vão “largando”. Um romance inesquecível.»

De Liudmila Ulítskaia, a Relógio D’Água publicou também Mentiras de Mulher e Funeral Divertido.