2.8.11

Novidades da Relógio D'Água





Sob a Rede
Iris Murdoch

«Sob a Rede, o primeiro romance de Iris Murdoch, decorre numa zona de Londres onde os escritores em luta pelo reconhecimento estão lado a lado com apostadores profissionais de sucesso, estrelas de cinema ou filósofos inquietos.
Jake Donaghue, o seu protagonista, é um jovem astuto, carismático e algo desorientado, que vive de traduções e explora os amigos.»



As Desventuras do Sr. Pinfold
Evelyn Waugh

«Pinfold é um escritor católico de meia-idade, que vive no campo. Depois de uma entrevista à BBC, decide mudar de ares, viajando num cruzeiro até ao Ceilão.
Pinfold embarca no Caliban, um navio que fora utilizado na II Guerra Mundial e que transporta agora passageiros ávidos de distracção.»



Terna É a Noite
F. Scott Fitzgerald
 
«Terna É a Noite é um desses títulos cuja carga simbólica nunca se perdeu. Escrito no início dos anos 30, por um Fitzgerald solitário e em luta contra o álcool, é um dos romances marcantes da literatura norte-americana.»
 
 

Caso Kukótski
Liudmila Ulítskaia

«O jovem cirurgião e obstetra Pável Kukótski, descendente de uma linhagem de médicos, possui um dom. Tem uma visão de tipo radiológico que lhe permite ver qual a doença dos seus pacientes.
No entanto, este dom, que não tem explicação científica, desaparece sempre que ele tem relações sexuais com uma mulher. A única excepção é Elena, que salvou de uma morte certa no início da Segunda Guerra Mundial e por quem se apaixonou na sala de operações.
Caso Kukótski é uma das obras mais importantes de Liudmila Ulítskaia e decorre durante quase meio século da história russa, sendo percorrido pelos temas recorrentes na obra da autora, sobretudo a relação entre a religião e a ciência.»





A Relógio D’Água nos Media na semana de 25 a 31 de Julho


No Atual do Expresso de 30 de Julho, Ana Cristina Leonardo fala sobre De Olhos Abertos, de Marguerite Yourcenar:






«Para nós leitores de De Olhos Abertos, o livro é uma dádiva. Desde logo, de inteligência. Matthieu Galey organizou-o tematicamente, e os muitos capítulos tanto cobrem a obra literária da escritora de origem belga (os muitos títulos, influências maiores, etc.), como a sua vida pessoal, sem deixar de lado as convicções de Yourcenar sobre temas tão variados como política, ecologia, feminismo, religião.»

 
 

1.8.11

A Relógio D'Água no JL




Na crónica de poesia de Fernando Guimarães, do último número do Jornal de Letras, é feita uma crítica a Necrophilia de Jaime Rocha: «Há nos poemas de Jaime Rocha uma não razão que ganha um positivo ou afirmativo relevo através de um desenvolvimento estrófico e discursivo capaz de formar, como se disse já, uma espécie de narrativa ou discurso que persegue aquelas imagens que umas às outras se sucedem e são como que redes – um enredo? – capaz de aprisionar um ritual que é o da própria linguagem eleita na procura de um desenvolvimento simbólico ou mítico.»

Jorge Listopad sugere também para este verão a leitura de A Pantera de Ana Teresa Pereira, «na praia enquanto a ligeira neblina ainda não se levantou».

26.7.11

Amor e Verão de Trevor Destacado por Alberto Manguel


A edição de Amor e Verão de William Trevor (Relógio D’Água Editores, 2011) teve um discreto acolhimento pela crítica portuguesa.

O mesmo não se passa em Espanha. Depois de na passada semana o suplemento cultural ABC ter considerado numa crítica a esse livro que Trevor é, com Alice Munro, o mais importante contista vivo, foi a vez do suplemento Babelia do El País, de 23 de Julho, destacar Amor e Verão.

O crítico e escritor Alberto Manguel considera mesmo que Amor e Verão «é uma das mais perfeitas histórias de amor do nosso tempo».



25.7.11

A Relógio D’Água nos media na semana de 18 a 24 de Julho de 2011


No Atual do semanário Expresso de 23 de Julho de 2011, Ana Cristina Leonardo escreve sobre Nas Trevas Exteriores de Cormac McCarthy: «Assim acontece neste título. A queda do casal de irmãos pelo pecado do incesto traduz-se num caminho sem expiação. Culla Holme, culpado do abandono da criança, vai semeando (involuntariamente?) um rasto de morte à sua passagem; Rinthy, na sua quase inocência, consegue escapar à vivência direta do inferno, para atravessar o livro num limbo de desespero silencioso.» E conclui: «Entre as nossas mãos, um exemplo de genialidade literária e de lancinante desassombro.»


Ainda neste suplemento, como sugestões de Verão, são referidos dois livros da Relógio D’Água: Jane Eyre, de Charlotte Brontë e A Mão do Oleiro, de Rui Nunes.


22.7.11

A Relógio D'Água nos media na semana de 18 a 24 de Julho de 2011




No suplemento Ípsilon, do Público de 22 de Julho de 2011, José Marmeleira escreve o «incontornável» Experimentum Humanum, de Hermínio Martins: «Num tempo em que as promessas e as desilusões parecem disputar uma corrida sem fim à vista, um livro como Experimentum Humanum – Civilização Tecnológica e Condição Humana, de Hermínio Martins, chega oportuno e necessário. Composto por vários artigos publicados em revistas científicas, alguns entretanto consideravelmente ampliados, compõe uma teoria crítica, desassombradamente crítica, da submissão da ciência à mercantilização, dos delírios das possibilidades tecnológicas, do tecnocentrismo.»

20.7.11

Peça de Jaime Rocha em cena em Oeiras




Casa de Pássaros, peça de Jaime Rocha, tem estreia marcada para amanhã, quinta-feira às 21h30, no Centro de Artes Dramáticas de Oeiras, e estará em cena até 28 de Agosto.