14.7.11

A Relógio D’Água no Jornal de Letras de 13 de Julho de 2011




Na secção «Estante» figura Nas Trevas Exteriores, de Cormac McCarthy: «Como em muitos outros livros do escritor norte-americano, a ação é intensa e situa-se nos confins da alma humana, confrontada com a reavaliação dos seus valores.»



Dá-se também conta da chegada às livrarias de De Olhos Abertos, «coletânea de conversas de Marguerite Yourcenar (1903-1987) com o escritor e crítico literário (e teatral) francês Matthieu Galey […]. Conversas sobre o percurso de vida da autora de Memórias de Adriano, incluindo a homossexualidade feminina, e sobretudo, claro, a sua obra, as suas personagens, etc.»



Na secção «Ideias», Viriato Soromenho Marques escreve sobre Experimentum Humanum, de Hermínio Martins, «um dos pensadores mais profundos da crise ambiental»: «Uma obra profundamente filosófica sobre a vocação e o destino tecnológicos da civilização contemporânea. Uma obra inovadora e surpreendente.»

13.7.11

Maria Filomena Mónica apresenta A Morte na Livraria Bulhosa




Amanhã, quinta-feira, 14 de Julho, pelas 18h30, o livro A Morte, de Maria Filomena Mónica, vai ser apresentado na Livraria Bulhosa de Entrecampos, em Lisboa.
O debate será moderado pela jornalista do Público, Andreia Sanches, e contará com a participação da autora e de frei Fernando Ventura.
A Morte é uma edição dos Ensaios da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que têm a coordenação editorial da Relógio D’Água.

12.7.11

Maria Filomena Molder entrevistada por Anabela Mota Ribeiro




Está disponível aqui a entrevista de Anabela Mota Ribeiro, no «Ípsilon», à professora, filósofa e ensaísta Maria Filomena Molder, por ocasião da publicação da obra O Químico e o Alquimista - Benjamin, Leitor de Baudelaire.

8.7.11

Maria Filomena Mónica apresenta A Morte, na Livraria Bulhosa de Entrecampos




Na próxima quinta-feira, 14 de Julho, pelas 18h30, o livro A Morte, de Maria Filomena Mónica, vai ser apresentado na Livraria Bulhosa de Entrecampos, em Lisboa.
O debate será moderado pela jornalista do Público, Andreia Sanches, e contará com a presença de Laura Ferreira dos Santos e de frei Fernando Ventura.
A Morte é uma edição dos Ensaios da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que têm a coordenação editorial da Relógio D’Água.

Autores da Relógio D’Água com 5 estrelas na revista Os Meus Livros de Julho de 2011




«A força desta poesia reside na relação entre a escolha dos temas, comuns, e a abordagem escolhida para os narrar/descrever.»
Andreia Brites, n.º 38,2006



«Num cenário pós-apocalíptico, um pai e o seu filho percorrem os caminhos que se vão rasgando à sua frente […]. E enquanto o pai tenta apagar a memória dos afectos passados, mantendo apenas o automatismo dos gestos necessários à sobrevivência, o filho procura as respostas que a sua infância ainda não conhece.»
Sara Figueiredo Costa, n.º 52, 2007



«O modo de vida moscovita (com a enorme contenção de víveres, corrupção e outros reflexos do sistema político e social vigente), o poder do amor (Margarita e o Mestre) e farpas apontadas à presunção do meio literário (sempre actuais, infelizmente) por um escritor durante anos impedido de publicar […].»
João Morales, n.º 60, 2008

7.7.11

Leitura para esta e todas as estações




Demasiada Felicidade, de Alice Munro, é uma das 50 sugestões de leitura de Verão do Independent em 19 de Junho: «Se gosta de leituras de Verão em pequenos mas perfeitos pedaços, mergulhe em Demasiada Felicidade, de Alice Munro, a sua primeira colecção depois de ter recebido o Booker International em 2009.»

5.7.11

A Relógio D'Água no Expresso de 2 de Julho de 2011




No suplemento «Atual», do Expresso de 2 de Julho de 2011, José Mário Silva escreve sobre A Pantera, de Ana Teresa Pereira: «O estilo “simples” esconde uma estrutura densa, complexa, onde coexistem “a ternura e o terrível”, bem como o pânico de enlouquecer, de cair nesses “lugares escuros” onde nos defrontamos com os nossos “demónios”. É um “jogo cruel”, sim, mas cheio de beleza.»