30.6.11

Apresentação de A Morte, de Maria Filomena Mónica




Hoje, 30 de Junho, será apresentado o ensaio A Morte, de Maria Filomena Mónica, o mais recente volume da colecção da Fundação Francisco Manuel dos Santos, numa edição conjunta com a Relógio D’Água.
A apresentação estará a cargo de António Araújo, director da colecção de ensaios, e a autora debaterá o tema do livro com João Lobo Antunes, às 18h15, na Sala Luís de Freitas Branco, no Centro Cultural de Belém.

29.6.11

Nas Trevas Exteriores, de Cormac McCarthy




«A leitura de Nas Trevas Exteriores é, acima de tudo, uma experiência de genuíno desconforto físico, e a intensidade deste desconforto traduz a exacta medida da mestria literária de Cormac McCarthy.»

Paulo Faria, no Prefácio a Nas Trevas Exteriores

28.6.11

A Relógio D'Água nos media na semana de 25 de Junho de 2011




No suplemento «Atual», do Expresso de 25 de Junho, Luís M. Faria escreve sobre O Olhar da Mente, de Oliver Sacks, que «é a mais pessoal das suas obras, por ser onde relata o seu próprio confronto com a doença. Especificamente, melanoma no olho direito, uma experiência que lhe permitiu atravessar os estados de esperança e de terror de um doente normal — pormenorizadamente registados num diário, que compõe o sexto capítulo do livro», que trata ainda de outras patologias relacionadas com a vista.

Portugal, Hoje — O Medo de Existir, de José Gil, em edição sérvia




Em 2008 foi publicado em Espanha pela Editora Regional de Extremadura Portugal Hoy a tradução para castelhano da análise que José Gil fez de Portugal em 2004.
Sendo uma análise de Portugal, a obra tem mesmo assim suscitado interesse internacional, pelo que acabam de ser negociados os direitos de tradução para a Sérvia com a editora Mediterran Publishing.

27.6.11

Os pensadores de Portugal, segundo Miguel Real


Em entrevista a Maria João Martins (Jornal de Letras de 15 de Junho de 2011), Miguel Real afirma: «Antes de mais, tomei consciência de que temos grandes pensadores actuais, que, tivesse o país outras dimensões, conheceriam hoje um impacto semelhante ao de Susan Sontag, por exemplo. Falo de Fernando Gil, Paulo Borges, José Gil ou Maria Filomena Molder.»

José Gil e Maria Filomena Molder são ambos pensadores com obras publicadas pela Relógio D’Água.

Experimentum Humanum, de Hermínio Martins




«O prof. Hermínio Martins (1934), professor de Oxford e Lisboa, é um dos nomes que deveríamos reter na nossa memória distraída. A Relógio d’Água acaba de publicar Experimentum Humanum. Civilização Tecnológica e Condição Humana

«Por exemplo, naquele que será talvez o meu ensaio preferido de Experimentum Humanum. Civilização Tecnológica e Condição Humana, antologia de ensaios recentes que vem de ser publicada, ainda que se leia «Experimentos com Humanos, Guerra Biológica e Biomedecina Tanatocrática», uma descrição dos feitos e implicações da guerra biológica do Japão na Segunda Guerra Mundial, como as terrificantes aventuras de um Arthur Gordon Pym erudito percorrendo os meandros históricos praticamente desconhecidos da profunda promiscuidade entre a experimentação científica, a guerra e a medicina moderna, é também o lugar onde nos asseguramos que tempos houve — e, de alguma forma, não podemos deixar de lamentar a sua perda — em que os próprios médicos, antes de outros, se sujeitavam à sua imaginação experimental fulgurante.»
no blogue Ainda Não Começámos a Pensar, de André Dias

Lançamento de A Morte, de Maria Filomena Mónica




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