«Depois de
Fuck The Polis, a Relógio D’Água reedita
À Beira Do Mar De Junho, de João Miguel Fernandes Jorge. Regresso muito saudado com um livro de uma depuração clássica que só a pressa chamaria minimalista: “A tarde não será à beira da água / nem os olhos a rápida alegria.”»
[
Público,
ípsilon, 2/8/2019]
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